Mudanças…

Após algum tempo sem postar, venho cá para explicar o motivo. Finalizado a publicação do Resumo do livro o Fim dos Dias, dei um tempo pra ver se alguém mais lia, então depois disso, além de continuar com postagens sobre o assunto (um pouco de outros livros e teorias) vou postar aqui no blog todo meu acervo de Fics, minhas histórias autorais que escrevi no decorrer dos anos e que agora estão um pouco abandonadas. Para isso, vou criar uma página fixa para organizá-las de acordo.

Qualquer novidade eu informo.

Fim dos Dias - Índice

Capítulo 16 – Armagedom e profecias do Retorno.

Nota: Este é o último capítulo. Devido a suas muitas informações, o tradutor achou por bem não resumi-lo. Então o que vem a seguir é o capítulo final do livro O Fim dos Dias na íntegra.

*     *     *

Eles retornarão? Quando eles retornarão? 

Essas perguntas me foram feitas incontáveis vezes, “eles” sendo os deuses Anunnaki cuja saga preenche meus livros. A resposta à 1ª pergunta é sim; há pistas que necessitam de atenção e as profecias do Retorno precisam ser realizadas. A resposta da 2ª questão tem preocupado a humanidade desde os eventos divisórios em Jerusalém mais de 2000 anos atrás. 

Mas a pergunta não é apenas “se” e “quando”. O que o Retorno sinalizará, o que trará com ele? Será uma vinda benevolente, ou - como quando o Dilúvio ameaçava - trás o Fim? Que profecias se realizarão: Um Tempo Messiânico, a Segunda Vinda, um novo Início - ou talvez um catastrófico Apocalipse, o Fim Definitivo, Armagedom… 

É a última possibilidade que muda essas profecias do reino da teologia, escatologia, ou mera curiosidade para uma questão de sobrevivência da própria humanidade; pois Armagedom, um termo que veio a denotar uma guerra de  abrangência calamitosa, é na verdade o nome específico de um local em uma terra que tem sido sujeita a ameaças de aniquilação nuclear. 

No século XXI AC, uma guerra dos Reis do Oeste contra os Reis do Leste foi seguida por uma calamidade nuclear. Vinte e um séculos depois, quando AC mudou para DC, os temores da humanidade foram expressos em um pergaminho, escondidos em uma caverna próxima ao Mar Morto, que descrevia uma grande e final “Guerra dos Filhos da Luz Contra os Filhos das Trevas.” Agora novamente, no século XXI DC, uma ameaça nuclear espreita no mesmo local histórico. É razão o suficiente para perguntar: A história se repetirá - a história se repete, de uma maneira misteriosa, a cada vinte e um séculos? 

Uma guerra, uma conflagração aniquiladora, foi descrita como parte do cenário de Fim dos Dias em Ezequiel (caps 38-39). Embora “Gog da terra de Magog,” ou “Gog e Magog”, são previstos como principais instigadores nessa guerra final, a lista de combatentes que serão sugados nas batalhas abrange virtualmente toda nação de renome; e o foco da conflagração será “os habitantes do Umbigo da Terra” - o povo de Jerusalém de acordo com a Bíblia, mas o povo da “Babilônia” como um substituto para Nippur para aqueles por quem o relógio parou lá. 

É uma percepção de gelar a espinha que a lista de Ezequiel dessas nações espalhadas (38:5) que se engajarão na guerra final - Armagedom - na verdade comece na PÉRSIA - o próprio país (hoje Iran) cujos líderes procuram armas nucleares para “varrer da face da Terra” o povo que habita onde se localiza Har-Megiddo! 

Quem é esse “Gog da terra de Magog,” e por que essa profecia de dois milênios e meio atrás soa tanto como manchetes atuais? A precisão de tais detalhes na Profecia aponta para o Quando - para nosso tempo, para nosso século? 

Armagedom, a guerra final de Gog e Magog, é também um elemento essencial do cenário do Fim dos Dias no livro profético do Novo Testamento, Revelações (cujo nome completo é O Apocalipse de São João o Divino). Ele compara os instigadores dos eventos apócrifos a duas bestas, um que pode “fazer descer fogo do céu para a terra, à vista de homens.” Apenas uma enigmática pista é dada de sua identidade (13:18): 

Aqui está sabedoria:
Que aquele que tenha o conhecimento
conte o número da besta:
É o número de um homem;
E seu número é
seiscentos e sessenta e seis. 

Muitos têm tentado decifrar o misterioso número 666, presumindo que é uma mensagem codificada que faz parte do Fim dos Dias. Porque o livro foi escrito quando a perseguição aos Cristãos em Roma começou, a interpretação aceitada é que o número era um código para o imperador opressor Nero, o valor numérico de cujo nome em hebraico (NeRON QeSaR) somava 666. O fato de que ele estivera na plataforma espacial em Baalbek, possivelmente para inaugurar o templo para Júpiter lá, no ano de 60 DC pode - ou não - ter um significado no quebra cabeça do 666. 

Que pode haver mais ao 666 do que uma conexão com Nero é sugerido pelo intrigante fato que 600, 60, e 6 são todos números básicos do sistema sexagesimal dos Sumérios, significando que o “código” pode retroceder a alguns textos mais antigos; havia 600 Anunnaki, a posição numérica de Anu era 60, a de Ishkur/Adad era 6. Então, se os três números forem multiplicados ao invés de adicionados, nós temos 666 = 600 x 60 x 6 = 216000, que é o familiar 2160 (era zodiacal) vezes 100 - um resultado que pode ser especulado indefinidamente. 

Há então o enigma de que quando sete anjos revelam a seqüência dos eventos futuros, eles não os ligam à Roma; eles os ligam à “Babilônia”. A explicação convencional tem sido que, como o 666 era um código para um regente Romano, assim era “Babilônia”, uma palavra chave para Roma. Mas Babilônia já tinha desaparecido há séculos quando Apocalipse fora escrito, e Apocalipse, falando de Babilônia, sem dúvida liga as profecias ao “grande rio Eufrates” (9:14), até mesmo descrevendo como “o sexto anjo retirou seu frasco do grande rio Eufrates”, secando-o  para que os Reis do Leste fossem unidos na luta (16:12). A conversa é de uma cidade/terra no Eufrates, não no Rio Tibre. 

Já que as profecias do Apocalipse são do futuro, deve-se concluir que “Babilônia” não é um código - Babilônia significa Babilônia, uma futura Babilônia que se envolverá na guerra do “Armagedom” (Na qual o verso 16:16 explica corretamente como o nome de “um lugar na língua Hebraica” - Har-Megiddo, Monte Megiddo, em Israel - uma guerra envolvendo a Terra Santa. 

Se essa futura Babilônia é com certeza o Iraque de hoje, os versos proféticos são novamente de gelar, pois enquanto prevêem eventos atuais levando à queda da Babilônia depois de uma breve, mas incrível guerra, eles prevêem a divisão da Babilônia/Iraque em três partes! (16:19). 

Como o Livro de Daniel, que previu fases de tribulação e períodos árduos no processo messiânico, do mesmo jeito o Apocalipse tentou explicar as profecias enigmáticas do Novo Testamento descrevendo (Capítulo 20) uma Primeira Era Messiânica com uma “Primeira Ressurreição” durando mil anos, seguido por um reinado satânico de mil anos (quando “Gog e Magog” se engajarão em uma imensa guerra), e então uma segunda hora messiânica e outra ressurreição (e assim a “Segunda Vinda”). 

Inevitavelmente, essas profecias despertaram um frenesi de especulações, enquanto o ano 2000 se aproximava: especulações sobre o Milênio como um ponto no tempo, na história da humanidade e da Terra, quando as profecias se tornariam realidade. 

Sitiado com perguntas sobre o milênio enquanto o ano 2000 se aproximava, eu disse ao meu público que nada acontecerá em 2000, e não apenas porque o verdadeiro ponto de contagem do milênio do nascimento de Jesus já tinha passado, Jesus tendo nascido, pelos cálculos dos estudiosos, em 6 ou 7 AC. A principal razão para minha opinião era que as profecias pareciam visualizar não uma linha temporal linear - ano um, ano dois, ano novecentos, e por aí - mas uma repetição cíclica de eventos, a crença fundamental que “As Primeiras Coisas serão as Últimas Coisas” - algo que pode acontecer apenas quando a história e tempo histórico movem-se em um círculo, onde o ponto de partida é o ponto final e vice versa. 

Inerente neste plano cíclico de história é o conceito de Deus como uma entidade eterna divina que esteve presente no Início quando Céu e Terra foram criados e que estará no Fim dos Dias, quando Seu reino será renovado sobre Seu santo monte. É expresso em afirmações repetidas das mais antigas afirmações bíblicas através dos últimos profetas, como quando Deus anunciou, através de Isaías (41: 4, 44: 6, 48: 12): 

Eu sou Ele, Eu sou o Primeiro e também o Último…
Dos Princípios o Final Eu previ,
e de tempos antigos as coisas que ainda não estão feitas.
                                                              Isaías 48:12, 46:10 

E da mesma maneira (duas vezes) no Apocalipse e do Novo Testamento: 

Eu sou o Alfa e o Ômega,
o Início e o Fim,
disseste o Senhor -
Aquele que é, aquele que foi, e aquele que será.
                                                        Apocalipse 1:8 

Certamente, a base para a profecia era a crença de que o Fim estava ancorado no Início, que o Futuro poderia ser previsto porque o Passado era conhecido - se não pelo homem, então por Deus: Eu sou aquele “que do Início conta o Fim,” Yahweh disse (Isaías 46: 10). O Profeta Zacarias (1: 4, 7: 7, 7:12) previu os planos de Deus para o futuro - os Últimos Dias - em termos de Passado, os Primeiros Dias

Esta crença, que é reafirmada nos Salmos, em Provérbios, e no Livro de Jô, era vista como um plano universal divino para toda a Terra e suas nações. O Profeta Isaías, prevendo as nações da Terra reunidas  para descobrir o que estava reservado, as descreve perguntando umas para as outras: “Quem entre nós pode dizer o futuro ouvindo as Primeiras Coisas? (41: 42). Que isso era uma doutrina universal é mostrado em uma coleção de Profecias Assírias, quando o deus Nabu disse ao rei Assírio Esaradão: “O Futuro será como o passado.” 

Este elemento cíclico das Profecias bíblicas do Retorno nos leva a uma resposta atual do QUANDO.   

Um giratório cíclico de tempo histórico foi achado, o leitor lembrará, na Mesoamérica, resultando da intercalação, como rodas de engrenagens, de dois calendários, criando o “pacote” de 52 anos, na ocorrência de que - após um não especificado número de giros - Quetzalcoatl (Thoth/Ningishzidda) prometeu retornar. E isso nos introduz as assim chamadas Profecias Maias, que de acordo o Fim dos Dias acontecerá em 2012 DC. 

A expectativa que a data crucial data profetizada está quase ao alcance tem atraído naturalmente muito interesse, e merece explicação e análise. A alegada data aparece do fato de que naquele ano (dependendo de como alguém calcula) a unidade de tempo chamada Bakttun completará sua décima terceira volta. Já que um Baktun dura 144000 dias, é um timo de marca histórica. 

Alguns erros, ou suposições enganadoras, nesse cenário precisam ser destacados. O primeiro é que um Baktun não pertence aos dois calendários “intercalados” com a promessa de 52 anos (o Haab e o Tzolkin),  mas a um terceiro e muito mais antigo calendário chamado A Longa Contagem. Ele foi introduzido pelos Olmecas - Africanos que vieram para a Mesoamérica quando Thoth foi exilado do Egito - e a contagem de dias começou na verdade com esse evento, sendo o Dia Um da Longa Contagem o que nós chamamos como Agosto de 3113 AC. Glifos nesse calendário representavam a seguinte seqüência de unidades: 

1 Kin  = 1 dia
1 Uinal  =  1 kin x 20   = 20 dias
1 Tun  =  1 kin x 360  = 360 dias
1 Ka-tun  =  1 tun x 20   = 7.200 dias
1 Bak-tun  = 1 Ka-tun x 20 = 144.000 dias
1 Pictun  =  1 Bak-tun  x  20  = 2.880.000 dias

Essas unidades, cada uma múltipla da anterior, continuavam além do Baktun com glifos sempre crescentes. Mas já que os monumentos Maias nunca alcançaram além de 12 Baktuns, cujo 1.728.000 dias já eram além da existência Maia, o 13° Baktun parece ser um marco real. Além disso, o conhecimento Maia significativamente cita que o presente “Sol” ou Era terminaria no 13° Baktun, então quando seu número de dias (144.000 x 13 = 1.872.000) é dividido por 365,25, resulta na passagem de 5.125 anos; quando o 3113 AC é deduzido, o resultado é o ano 2012

Esta é uma previsão tão excitante quanto agourenta. Mas essa data foi modificada, já um século atrás, por eruditos (como Fritz Buck, El Calendário Maya em la Cultura de Tiahuanacu que destacou que como a lista acima indica, o multiplicador, e assim o divisor, deveria ser o próprio 360 matematicamente perfeito do calendário e não o 365,25. Desse jeito, o 1.872.000 dias resulta em 5.200 anos - um resultado perfeito, porque representa exatamente 100 “pacotes” do número 52 mágico de Thoth. Assim calculado, O ano mágico do Retorno de Thoth seria 2087 DC (5.200 - 3113 = 2087). 

Alguém poderia até mesmo ficar de pé pela espera; a única mosca na sopa é que a Longa Contagem é uma contagem de tempo linear, e não a necessária contagem cíclica, então seus dias contados poderiam rolar para o 14° Baktun, 15° Baktun e por aí vai. 

Tudo isso não elimina a significância de um milênio profético. Já que a fonte de “milênio” como um tempo escatológico tem sua origem em escritos apócrifos judaicos do 2° século AC, a busca pelo significado deve mudar para essa direção. Na verdade, a referência a “mil” - um milênio - como definindo uma era tinha suas raízes no Velho Testamento. Deuteronômio (7: 9) designava a duração da aliança de Deus com Israel um período de “mil gerações” - uma afirmação repetida (I Crônicas 16: 15) quando a Arca da Aliança foi trazida para Jerusalém por Davi. Os Salmos repetidamente aplicavam o número mil a Yahweh, suas maravilhas, e até mesmo a sua Carruagem (Salmos 68: 17). 

Diretamente relevante à questão do Fim dos Dias e o Retorno é a firmação em Salmos 90: 4 - uma afirmação atribuída ao próprio Moisés - que Deus disse que “mil anos, aos teus olhos, são como um dia passado.” Essa afirmação gerou especulação (que começou logo após a destruição Romana do Templo) que era uma maneira de descobrir o evasivo Fim dos Dias messiânico: se na Criação, o “Início”, de acordo com o Gênesis, Deus levou seis dias, e um dia divino dura mil anos, o resultado é a duração de 6.000 anos do Início ao Fim. O Fim dos Dias, assim foi acreditado, virá no Anno Mundi de 6.000. 

Aplicado ao calendário Hebraico de Nippur que começou em 3760AC, isso significa que o Fim dos Dias ocorrerá em 2240 DC (6.000 - 3760 = 2240). 

Este terceiro cálculo do Fim dos Dias pode ser decepcionante ou confortador - depende da expectativa da pessoa. A beleza desse cálculo é que está em perfeita harmonia com o sistema sexagesimal Sumério (”base 60″). Ela pode até mesmo ser provada correta no futuro, mas eu acho que não: é novamente linear - e é uma unidade de tempo cíclica que é exigida pelas profecias. 

Com nenhuma das datas “modernas” previstas viáveis, deve-se voltar para as antigas “fórmulas” - fazer o que fora aconselhado em Isaías, “olhar para os sinais ao contrário.” Nós temos duas escolhas cíclicas: o período orbital do Tempo Divino de Nibiru, e o Tempo Celestial da Precessão zodiacal. Qual deles? 

Que os Anunnaki vieram e foram durante uma “janela de oportunidade” quando Nibiru chegou em seu perigeu (mais próximo ao Sol, e assim mais perto da Terra e Marte) é tão óbvio que alguns de meus leitores costumavam simplesmente deduzir 3.600 de 4.000 (como uma data completa para a última visita de Anu), resultando em 400AC, ou deduzindo 3.600 de 3.760 (quando o calendário de Nippur começou) - como os Macabeus fizeram - e chegaram a 160AC. De um jeito ou de outro, a próxima chegada de Nibiru está em um futuro bem distante. 

Na verdade, como o leitor agora sabe, Nibiru chegara mais cedo, cerca de 560AC. Quando considera-se esse “desvio”, deve-se manter em mente que o perfeito SAR (3.600) sempre foi um período orbital matemático, porque órbitas celestiais - de planetas, cometas e asteróides - desviam de órbita pra órbita devido ao empuxo gravitacional de outros planetas próximos de onde eles passam. Para usar o bem rastreado Cometa Halley como um exemplo, seu período de 75 anos na verdade flutua de 74 a 76; quando apareceu pela última vez, em 1986, foi de 76 anos. Estenda o desvio de Halley aos 3.600 de Nibiru e se tem uma variante de mais ou menos 50 anos cada vez. 

Há outra razão para indagar por que Nibiru tinha desviado tanto de seu SAR de costume: a ocorrência anormal do Dilúvio cerca de 10.900AC. 

Durante seus 120 SAR antes do Dilúvio, Nibiru orbitava sem causar tal catástrofe. Então algo anormal aconteceu que trouxe Nibiru mais próximo da Terra: combinado com as escorregadias condições da capa de gelo cobrindo a Antártida, o Dilúvio ocorreu. O que fora esse “algo anormal”? 

A resposta pode estar bem distante no nosso Sistema Solar, onde Urano e Netuno orbitam - planetas cujas muitas luas incluem algumas que, inexplicavelmente, orbitam em uma direção “oposta” (”retrógrada”) - o jeito que Nibiru orbita. 

Um dos grandes mistérios do nosso Sistema Solar é o fato que o planeta Urano literalmente encontra-se de lado - seu eixo norte-sul dar de frente para o Sol horizontalmente ao invés de ser na vertical. “Algo” deu a Urano uma “grande bordoada” em algum momento no passado, cientistas da NASA disseram - sem se aventurar a adivinhar o que esse “algo” era. Eu tenho frequentemente perguntado se esse “algo” foi também o que causou a grande misteriosa cicatriz em “V” e uma inexplicada característica “arada” que a sonda Voyager 2 da NASA encontrou na lua de Urano, Miranda em 1986 (é mostrada uma foto dessas marcas na superfície de Miranda) - uma lua que é diferente de várias maneiras  das outras luas de Urano. Poderia uma colisão celestial com um Nibiru de passagem e suas luas causar tudo isso? 

Nos anos recentes, astrônomos descobriram que os grandes planetas não têm permanecido onde foram formados, mas têm desviado para fora, longe do Sol. Os estudos concluíram que a mudança tem sido mais acentuada no caso de Urano e Netuno (É mostrado um rascunho comparando a posição de Urano e Netuno em tempos diferentes com os outros planetas - Júpiter e Saturno) e isso pode explicar porque nada aconteceu lá por muitas órbitas de Nibiru - então de repente algo ocorreu. Não é implausível presumir que na sua órbita do “Dilúvio”, Nibiru encontrou um Urano em desvio, e uma das luas de Nibiru atingiu Urano, inclinando-o em seu lado; poderia ser que a “arma” de ataque era a enigmática lua Miranda - uma lua de Nibiru- atingindo Urano e acabando capturado para orbitar Urano. Tal ocorrência teria afetado a órbita de Nibiru, reduzindo para uns 3.450 anos terrestres ao invés de 3.600, e resultando em uma agenda de reaparição pós-diluvial de cerca de 7.450, cerca de 4.000, e cerca de 550 AC. 

Se isso é o que aconteceu, teria explicado a chegada “adiantada” de Nibiru em 556AC - e sugere que sua próxima passagem será cerca de 2900 DC. Para aqueles que associam os eventos cataclísmicos profetizados com o retorno de Nibiru - “Planeta X” para alguns - o momento não está próximo. 

Mas qualquer noção de que os Anunnaki limitaram suas idas e vindas a uma simples curta “janela” no perigeu do planeta está, todavia, incorreta. Eles poderiam manter idas e vindas em qualquer momento também.

Os textos antigos registram numerosos exemplos de viagens de ida e volta pelos deuses sem indicação de uma ligação com a proximidade do planeta. Há também um número de histórias de viagens da Terra a Nibiru por humanos que omitem qualquer afirmação de Nibiru visto nos céus (uma visão acentuada, por outro lado, quando Anu visitou a Terra cerca de 4.000AC). Em outro exemplo, Adapa, um filho de Enki com uma humana, a quem fora dado Sabedoria, mas não imortalidade, fez uma curta visita a Nibiru, acompanhado pelos deuses Dumuzi e Ningishzidda. Enoch, igualando o Sumério Enmeduranki, também veio e foi, duas vezes, enquanto viveu na Terra. 

Isto era possível em pelo menos duas maneiras, como mostrado na fig. 130 (é uma figura já mostrada em livros anteriores, comparando a grande órbita horária de Nibiru com a dos planetas do Sistema Solar. Na metade de cima, no ponto médio - o ponto B, Nibiru se afasta; e na parte de baixo - ponto A, Nibiru se aproxima): uma por uma espaçonave acelerando na fase de entrada de Nibiru (do Ponto A), chegando bem à frente do tempo do perigeu; a outra desacelerando uma espaçonave (no ponto B) durante a fase em que Nibiru ruma para fora, “recuando” em direção ao Sol (e assim para Terra e Marte). Uma curta visita à Terra, como feita por Anu, poderia acontecer combinando “A” para chegada e “B” para partida para o exterior; uma curta visita a Nibiru (como a por Adapa) poderia acontecer revertendo o procedimento - deixando a Terra para interceptar Nibiru no “A” e partindo de Nibiru no “B” para voltar à Terra, e assim por diante. 

Um Retorno dos Anunnaki em qualquer momento além do retorno do planeta pode assim acontecer, por isso nós somos deixados com o outro tempo cíclico - tempo zodiacal

Eu chamei, em No Começo do Tempo, Tempo Celestial, distinto, mas servindo como um elo entre o Tempo Terrestre (o ciclo orbital de nosso planeta) e Tempo Divino (o relógio do planeta dos Anunnaki). Se o esperado Retorno for dos Anunnaki ao invés do de seu planeta, então cabe a nós procurar a solução para o enigma de deuses e homens através do relógio que os tem ligado - o zodíaco cíclico do Tempo Celestial. Foi inventado, afinal, pelos Anunnaki como uma maneira de harmonizar os dois ciclos; suas razões - 3.600 para Nibiru, 2.160 para uma Era zodiacal - era a Razão Dourada de 10:6. Resultava, eu sugeri, no sistema sexagesimal em que a matemática e astronomia Suméria era baseada (6 x 10 x 6 x 10 e continuando). 

Berossus, como mencionamos, julgava as Eras zodiacais serem pontos de guinada nas questões de deuses e homens e citou que o mundo periodicamente passa por catástrofes apocalípticas, ou pela água ou pelo fogo, cujo momento é determinado por fenômenos celestiais. Como sua contraparte Manetho no Egito, ele também dividiu pré-história e história em fases divina, semi-divina, e pós-divina, com um total de 2.160.000 anos de “duração deste mundo.” Esta - maravilha das maravilhas! - é exatamente mil - um milênio! - de eras zodiacais. 

Eruditos estudando antigas tábuas de barro lidando com matemática e astronomia ficaram espantados em descobrir que as tábuas usaram o fantástico número 12960000 - sim, 12.960.000 - como um ponto inicial. Eles concluíram que isto poderia apenas estar relacionado com eras zodiacais de 2.160, cujos múltiplos resultam em 12.960 (se 2.160 x 6), ou 129.600 (se 2.160 x 60), ou 1.296.000 (se multiplicado por 600); e - maravilha das maravilhas! - o fantástico número com que essas antigas listas começam, 12.960.000, é um múltiplo de 2.160 por 6.000 - como no divino seis dias da criação. 

Esses grandes eventos, quando as relações dos deuses afetavam as relações dos homens, estavam ligados a eras zodiacais, foram mostrados neste volume de As Crônicas da Terra. Enquanto cada Era começava, algo grandioso aconteceu: a Era de Touro sinalizou a concessão da civilização à humanidade. A Era de Áries foi anunciada na destruição nuclear e acabou com a Partida. A Era de Peixes chegou com a destruição do Templo e o início do Cristianismo. Alguém não deveria perguntar se o profético Fim dos Dias na verdade significa Fim da Era (zodiacal)? 

O “tempo, tempos, e uma metade” de Daniel foi simplesmente uma terminologia se referindo a eras zodiacais? A possibilidade foi ponderada, uns 300 anos atrás, por nenhum outro além de Sir Isaac Newton. Melhor conhecido por sua formulação de leis naturais governando movimentos celestiais - como planetas orbitando o Sol - seus interesses também estavam em pensamentos religiosos, e ele escreveu longos tratados sobre a Bíblia e profecias bíblicas. Ele considerou os movimentos celestiais que ele formulou para ser “as mecânicas de Deus”, e ele fortemente acreditava que descobertas científicas que começaram com Galileu e Copérnico e foram continuadas por ele deveriam acontecer quando acontecessem. Isto o levou a prestar particular atenção às “Matemáticas de Daniel” 

Em março de 2003, a British Broadcasting Corporation (BBC) alarmou instituições religiosas e científicas com um programa sobre Newton que revelou a existência de um documento, manuscrito por ele em frente e verso, que calculou o Fim dos Dias de acordo com as profecias de Daniel. 

Newton escreveu seus cálculos numéricos em um lado da folha, e suas análises dos cálculos como sete “preposições” do outro lado do papel. Uma avaliação minuciosa do documento - uma fotocópia que tenho o privilégio de ter - revela que os números que ele usou nos cálculos incluem 216 e 2160 várias vezes - uma pista para eu entender como sua linha de pensamento era: ele estava pensando de tempo zodiacal - para ele, esse era o relógio messiânico! 

Ele resumiu suas conclusões escrevendo um conjunto de três planos de atividades “não antes de” e um “não depois de” para as pistas proféticas de Daniel: 

*Entre 2132 e 2370 de acordo com uma pista dada por Daniel,

*Entre 2090 e 2374 de acordo com uma segunda pista,

*Entre 2060 e 2370 para o crucial “tempo, tempos & meio tempo.” 

Sir Isaac Newton previu que o mundo acabaria no ano 2060″, a BBC anunciou. Não exatamente, talvez - mas como uma tabela de eras zodiacais em um capítulo anterior mostra, ele não estava longe da marca em dois de suas datas “não antes de”: 2060 e 2090

O apreciado documento original do grande Inglês é mantido agora no Departamento de Manuscritos e Arquivos da Biblioteca Universitária Nacional Judaica - em Jerusalém

Uma coincidência? 

Foi em meu livro de 1990, Gênesis Revisitado, que o “Incidente com Fobos” - um evento abafado - foi revelado publicamente pela primeira vez. Dizia respeito à perda , em 1989, de uma espaçonave Soviética enviada para explorar Marte e sua possivelmente oca luneta chamada Fobos. 

Na verdade, não uma, mas duas espaçonaves Soviéticas foram perdidas. Chamadas Fobos 1Fobos 2 para indicar seu propósito - sondar a luneta de Marte, Fobos - elas foram lançadas em 1988, para alcançar Marte em 1989. Embora um projeto Soviético, era apoiado pela NASA e agências européias. Fobos 1 apenas desapareceu - nenhum detalhe ou explicação chegou a ser dado publicamente. Fobos 2 chegou a Marte, e começou a enviar fotos tiradas por duas câmeras - uma normal e uma infravermelha. 

Incrivelmente, ou procupantemente, elas incluíam fotos de uma sombra de um objeto em forma de charuto voando nos céus do planeta entre a nave soviética e a superfície de Marte (Há duas fotos - as mesmas mostradas em Gênesis Revisitado). Os chefes da missão Soviética descreveram o objeto que faz a sombra como “algo que alguns podem chamar de disco voador.” Imediatamente a espaçonave foi direcionada a mudar da órbita de Marte para se aproximar da luneta e, de uma distância de 45m, bombardeá-la com feixes laser. A última foto que Fobos 2 enviou mostrava um míssil indo em direção a ela vindo da luneta (é mostrada uma foto com um fundo preto e Fobos - em branco - com algo como um pino - míssil - em branco saindo dele). Imediatamente depois disso, a espaçonave começou a rodopiar e parou de transmitir - destruída pelo misterioso míssil. 

O “incidente Fobos” permanece, oficialmente, um “inexplicado acidente.” Na verdade, logo depois, uma comissão secreta em que todas as principais nações espaciais foram representadas entrou em ação. A comissão e o documento que ela formulou mereceram um exame mais minucioso do que recebeu, pois ele guarda a chave para compreender o que as principais nações realmente sabem sobre Nibiru e os Anunnaki. 

Os eventos geopolíticos que resultaram na formação do grupo secreto começou com a descoberta, em 1983, de um “planeta do tamanho de Netuno” pelo IRAS - Satélite Astronômico Infra-Vermelho da NASA - que varreu os limites do Sistema Solar não visualmente mas detectando corpos celestiais emissores de calor. A busca por um décimo planeta era um de seus objetivos citados, e certamente encontrou um - determinando que era um planeta porque, detectou uma vez e depois detectou seis meses depois, estava claramente movendo-se em nossa direção. A notícia da descoberta chegou às manchetes (São mostrados vários recortes de jornais da época) mas fora retratada no dia seguinte como um “mal entendido.” Na verdade, a descoberta foi tão chocante que levou a uma repentina mudança nas relações US-Soviéticas, um encontro e um acordo para cooperação espacial entre Presidente Reagan e Presidente Gorbatchev, e citações públicas pelo Presidente nas Nações Unidas e outros fóruns que incluíram as seguintes palavras (apontando em direção ao céu com seu dedo ele disse-lhes): 

Apenas imaginem quão fácil a tarefa dele  e a minha poderia ser nessas reuniões que nós realizamos se de repente houvesse uma ameaça a esse mundo vinda de uma outra espécie de um outro planeta de fora no universo… Eu ocasionalmente penso que rapidamente nossas diferenças desapareceriam se estivéssemos enfrentando uma ameaça alienígena de fora desse mundo. 

*Esse discurso do Reagan está no documentário: “Are We Alone?” do Próprio Sr. Sitchin. E pode facilmente ser achado na internet.  

O Comitê de Trabalho que foi formado como resultado dessas preocupações conduziu vários encontros e consultas preguiçosamente - até o incidente Fobos em março 1989. Trabalhando fervorosamente, ele formulou em abril de 1989 um conjunto de orientações conhecidas como a Declaração de Princípios Relacionados a Atividades Seguintes a Detecção de Inteligência Extraterrestre, pela qual os procedimentos a serem seguidos depois de receberum sinal ou outra evidência de inteligência extraterrestre” foram concordados. O “sinal”, o grupo revelou, “pode não ser simplesmente um que indique sua origem inteligente, mas poderia ser uma mensagem verdadeira que possa necessitar decodificação” Os procedimentos acordados incluíam empreendimentos para atrasar a revelação do contato por pelo menos 24 horas antes que uma resposta seja dada. Isso era sem dúvida ridículo se a mensagem viesse de um planeta anos-luz distante… Não, as preparações eram para um encontro próximo! 

Para mim, todos esses eventos desde 1983, mais toda a evidência de Marte brevemente descrita nos capítulos anteriores, e o míssil disparado da luneta de Fobos, indicam que os Anunnaki ainda têm uma presença - provavelmente uma presença robótica - em Marte, sua antiga Estação de Passagem.  Isso poderia indicar previdência, um plano para ter uma instalação pronta para uma futura visita. Junte tudo, isso sugere uma intenção de Retorno. 

Para mim, o selo cilíndrico Marte-Terra é tanto uma descrição do passado como uma previsão do futuro porque mantém uma data - uma data indicada pelo sinal de dois peixes - a Era de Peixes. 

Ela nos diz: O que aconteceu em uma Era de Peixes anterior será repetido novamente na Era de Peixes? Se as profecias se realizarem, se as Primeiras Coisas serão as Últimas Coisas, se o passado é o futuro - a resposta tem que ser Sim. 

Ainda estamos na Era de Peixes. O Retorno, os sinais dizem, acontecerá antes do fim da Era atual. 

Fim do capítulo 16.

  

PÓS-ESCRITO

Em novembro de 2005 uma grande descoberta arqueológica foi feita em Israel. Enquanto limpavam o solo para uma nova estrutura, as ruínas de uma antiga grande construção vieram à luz. Arqueólogos foram chamados para supervisionar escavações cuidadosas. A construção era uma igreja Cristã - a mais antiga achada na Terra Santa. Inscrições em Grego sugerem que ele fora construída (ou reconstruída) no terceiro século AD. Enquanto as ruínas eram limpas, um magnífico mosaico no piso apareceu. No seu centro estava a descrição de DOIS PEIXES - o sinal zodiacal de Peixes. 

*Há uma foto no livro do mosaico. 

Qual o significado disso? 

O local da descoberta é Megiddo, aos pés do Monte Meggido - Har-Megiddo, ARMAGEDOM. 

Outra coincidência? 

FIM

 

Tradução por Sandro Rabello de Abreu.

 

Término em 28/11/2007.

Capítulo 15 - Jerusalém – Um Cálice, Desaparecido.

No século XXIAC, Abraão foi abençoado com vinho e pão no Ur-Shalem em nome do Deus Santíssimo - e proclamou a 1ª religião monoteísta da humanidade. 

21 séculos depois, um descendente de Abraão, celebrando uma ceia especial em Jerusalém, levou em suas costas uma cruz - o símbolo de um certo planeta - para um local de execução e fez nascer outra religião monoteísta. Quem era ele? O que fazia em Jerusalém? Houve uma trama contra ele ou foi ele mesmo o tramador? E o que era o Cálice que fez brotar lendas sobre o “Santo Graal”? 

Em sua última noite livre ele celebrou a Páscoa Judaica com seus 12 discípulos e a cena foi imortalizada por alguns dos maiores pintores da arte religiosa, sendo a mais famosa a “Última Ceia” de Leonardo Da Vinci. O que sua pintura mostra tem sido debatido e analisado até hoje - aprofundando, ao invés de resolver o enigma. 

A chave para resolver o mistério está em o que a pintura não mostra; é o que está faltando que guarda as respostas para os enigmas da saga de Deus e homem na Terra e os anseios messiânicos. Passado, presente e futuro convergem nos dois eventos, separados por 21 séculos. Jerusalém era essencial a ambos e em seus momentos, foram ligados por profecias bíblicas sobre o Fim dos Dias. 

Para entender, voltemos a Alexandre. Enquanto vivo ele controlava seus generais com uma mistura de favores, punições e morte (alguns acreditam que ele foi envenenado). Assim que morreu, seu filho de 4 anos e seu guardião, o irmão de Alexandre, foram assassinados e os oficiais brigaram e dividiram as terras conquistadas. Ptolomeu e sucessores ficaram com a África e Seleucus com a Síria, Anatólia, Mesopotâmia e terras asiáticas; Judéia (e Jerusalém) ficou com Ptolomeu. 

Os Ptolomaicos conseguiram enterrar Alexandre no Egito e se consideravam seus verdadeiros herdeiros, tomando atitudes liberais quanto à religião dos outros. Fundaram a Biblioteca da Alexandria e determinaram que um sacerdote Egípcio, Maneto, escrevesse a história e a pré-história divina do Egito - isso os convenceu de que eram os sucessores de direito dos Faraós. Sábios Gregos se mostraram interessados na religião e documentos judeus, e arranjaram para que fossem traduzidos para o Grego a Bíblia Hebraica (o Septuagint) e permitiram liberdade religiosa completa aos Judeus na Judéia e em suas comunidades no Egito. 

Como os Ptolomaicos, os Selêucidas fizeram Berossus, um antigo sacerdote de Marduk, compilar a história e pré-história da humanidade e seus deuses de acordo com o conhecimento Mesopotâmico. Ele pesquisou e escreveu em uma biblioteca de tábuas cuneiformes, localizada próxima a Harran. É de seus três livros (de que sabemos apenas citações fragmentadas do trabalho de outros na antiguidade) que o mundo ocidental Grécia e Roma, soube dos Anunnaki e sua vinda a Terra, a era pré-diluvial, a criação do homem, o Dilúvio e o que se seguiu.  Foi por Berossus, depois confirmado pela descoberta e decifração das tábuas cuneiformes, que o SAR de 3600 anos dos deuses foi descoberto pela 1ª vez. 

Em 200AC, os Seleucidas cruzaram o limite Ptolomaico e capturaram a Judéia. Historiadores procuraram uma razão para a guerra, ignorando os aspectos religiosos e messiânicos. Foi no relato do dilúvio que a informação chegou a Berossus - de que Enki instruíra Ziusudra a esconder todos os documentos em Sippar, para recuperar após o Dilúvio, porque esses documentos “eram sobre inícios, meios e fins”. De acordo com Berossus o mundo passa por cataclismos periódicos e ele os relaciona a Eras Zodiacais, tendo sua era contemporânea começado 1920 anos antes da era Selêucida (312AC); isso colocaria o início da Era de Áries em 2232AC - e destinada a chegar a um fim em breve, mesmo que seja dado a duração matemática total a ela (2232 - 2160 = 122AC). 

Registros sugerem que os reis Selêucidas, ligando esses cálculos com o Retorno Perdido, urgentemente se prepararam para um. Templos da Suméria e Acádia começaram a ser reconstruídos, com ênfase no E.ANNA - “A Casa de Anu” em Uruk. O Local de Pouso no Líbano, chamado Heliópolis - ‘Cidade do Deus do Sol’, foi rededicado erigindo um templo a Zeus. A razão para capturar a Judéia era a urgência de preparar o local relacionado ao espaço em Jerusalém para o Retorno. Era a maneira Greco-Selêucida de se preparar para a reaparição dos deuses. 

Diferente dos Ptolomeus, os Selêucidas estavam determinados a impor a cultura helênica e religião a seus domínios. Notado principalmente em Jerusalém, onde o Sumo-Sacerdote teve que mudar seu nome de Josué para Jasão. Leis civis restringiam cidadania judaica em Jerusalém; o ensino de lutas e esportes era prioridade, ao invés da Tora. E no campo templos eram erigidos para deidades Gregas e os soldados garantiam sua adoração à força. 

Em 169AC, o Rei Selêucida Antiochus IV, foi à Jerusalém. Usurpando a santidade do Templo ele violou o Santo dos Santos; sob suas ordens, os objetos ritualísticos de ouro mais valiosos foram confiscados, um governador Grego ficou encarregado da cidade e uma fortaleza para soldados estrangeiros foi construída próximo ao Templo. De volta à capital Síria, Antiochus emitiu uma proclamação requerendo adoração a deuses Gregos para todo o reino. Na Judéia proibiu o Sabbath e a circuncisão. O Templo de Jerusalém era um Templo de Zeus; e em 167AC, no dia 25 de Kislev - o nosso 25 de dezembro - um ídolo, uma estátua de Zeus, “o Senhor dos Céus”, foi colocada por soldados Sírio-Grecos no Templo, e o grande altar foi alterado e usado para sacrifícios a Zeus. O sacrilégio não poderia ter sido maior. 

A rebelião dos Judeus começou e foi chefiada por um sacerdote chamado Matilyahu e seus cinco filhos - a revolta dos Macabeus.

A guerra tomou todo o país; eles compensaram o menor número pela ferocidade e zelo religioso. O evento era guiado por um certo calendário - era imperativo retomar Jerusalém, limpar o Templo e rededicá-lo a Yahweh dentro de um certo tempo.  Em 164AC eles retomaram o Monte do templo. A vitória final ocorreu em 160AC. A vitória e a rededicação do Templo ainda são celebradas por Judeus como o feriado do Hanukkah (”rededicação”) em 25 de Kislev.

Essa seqüência de eventos parece estar ligada às profecias sobre o Fim dos Dias, especialmente as transmitidas a Daniel. Em um exemplo, a contagem deveria começar quando “a oferta regular for abolida e uma abominação aterradora for erguida” no Templo. Tal ato abominável aconteceu em 167AC. 

Com essa seqüência de eventos em mente, a contagem de dias dada a Daniel deve ser aplicada aos específicos eventos no Templo: sua corrupção em 167AC (”quando a oferta regular for abolida e uma abominação aterradora for erguida no Templo”), a limpeza do Templo (”depois de 1290 dias”), e a libertação total de Jerusalém em 160AC (”Feliz é aquele que espera e alcança 1335 dias”). Esses números basicamente combinam com a seqüência de eventos no Templo. 

De acordo com a profecia no Livro de Daniel, foi então que o relógio do Fim dos Dias começou a contar. 

A urgência da recaptura da cidade e a remoção de soldados estrangeiros não circuncidados guarda outra pista. O povo de tempos passados não usava nossa contagem DC/AC. O calendário hebraico era o calendário Nippuriano iniciado em 3760AC e de acordo com esse calendário, 160AC era precisamente o ano 3600. 

Esse era o equivalente a um SAR. Embora Nibiru tenha aparecido 400 anos antes, a chegada de um SAR - a conclusão de um Ano Divino - era significativa. O retorno do Kavod de Yahweh ao seu Templo do Monte era um pronunciamento divino, e o Templo tinha que ser preparado e purificado para isso, e o ano “160AC” era crucial: não importava onde o planeta estava, Deus prometera voltar. 

O Livro dos jubileus reconta a história dos Judeus desde o tempo do Êxodo em unidades de jubileus - a contagem de 50 anos decretada por Yahweh no Monte Sinai (cap. 9). Também criou uma contagem calendárica histórica sucessiva que ficou conhecida como Annu Mundi - “Ano do Mundo em Latin - que inicia-se em 3760AC. 

O século e meio que passou da libertação de Jerusalém pelos Macabeus aos eventos conectados com Jesus depois que ele chegou foram alguns dos mais turbulentos na história do mundo antigo e do povo Judeu em particular. Esse período crucial, cujos efeitos nos afetam até hoje, começaram com júbilo. Pela primeira vez os Judeus eram os mestres de sua capital e Templo, livres para indicar reis e sacerdotes. A fundação de um estado Judeu, com Jerusalém como capital, pelos Hashmoneanos foi um evento triunfal em todos os aspectos - exceto um: o retorno do Kavod de Yahweh esperado no Fim dos Dias não ocorreu, embora a contagem dos dias a partir da abominação perecera certa. Era evidente que o enigma das outras contagens de Daniel, de “anos”, e “semanas de anos” e de “Tempo, Tempos”, ainda precisava ser decifrada. 

Pistas são as partes proféticas do Livro de Daniel que falam da ascensão e queda de futuros reinos depois da Babilônia, Pérsia e Egito, e as entidades futuras que eram representados por variados animais - carneiro, bode, leão, etc. Quais eram essas nações futuras e quais guerras foram previstas? 

Ezequiel também fala de grandes batalhas a vir, entre norte e sul, de um não identificado Gog e Magog. O povo se perguntava se esses reinos já tinham aparecido - a Grécia de Alexandre, os Ptolomeus, os Selêucidas. Ou alguém ainda a vir? A presença do Kavod era física ou espiritual? 

As lideranças judaicas se dividiram entre os fervorosos Fariseus que seguiam tudo à risca e os mais liberais Saduceus, que tinham a mente mais internacional, mais voltada para o que os cercava, que conhecia a importância da Diáspora Judaica que já se espalhara do Egito à Anatólia e à Mesopotâmia. E ainda havia as pequenas seitas, organizadas em suas pequenas comunidades; a mais conhecida delas é a dos Essênios (dos Pergaminhos do Mar Morto). 

Em um esforço para decifrar as profecias, um ascendente novo poder - Roma - tinha que ser incluído. Eles controlavam o Mediterrâneo e começavam a se envolver nos problemas do Egito Ptolomaico e o Levante Selêucida. Em 60AC, os Romanos, comandados por Pompeu, ocuparam Jerusalém. A caminho de lá ele desviou para Heliópolis (Baalbek) e ofereceu sacrifícios a Júpiter. Lá seguiu-se a construção, no topo de colossais blocos de pedra, do maior Templo Romano a Júpiter. 

O caos nacional e religioso nesses dias se expressa em trabalhos como o Livro dos Jubileus, o Livro de Enoch, Testamentos dos doze Patriarcas e Assunção de Moisés, todos apócrifos e pseudo-epígrafos.

O tema comum neles é que a história é cíclica, que tudo fora previsto, que o Fim dos Dias - um tempo de perturbação e caos - marcará não apenas o fim de um ciclo histórico, mas também o início de um novo, que o “tempo da virada” se manifestará pela chegada do Ungido - Mashi’ach em Hebraico (Chrystos em Grego e Messias ou Cristo em Português). 

As profecias dizem que será da casa de Davi, a semente que estabelecerá seu trono novamente em Jerusalém. Esse pacto com a casa de Davi é recheado de facetas explosivas que ditaram o curso dos eventos em Jerusalém. Ligado a eles estava o profeta Elias. 

São citados fatos de I Reis 17, 18, 19. 

As escrituras dizem que Elias não morreu, pois foi levado para o céu em um redemoinho para ficar com Deus. Sua ascensão (II Reis 2) não foi repentina nem inesperada, foi uma operação planejada cujo local e hora foram informados com antecedência a Elias. 

Uma visita a Tell Ghassul, o local na Jordânia que se adequa à geografia da história bíblica, é descrita em “As Expedições das Crônicas da Terra”. 

A tradição judaica cita que o transfigurado Elias um dia retornará como um precursor da redenção final para o povo de Israel, um arauto do Messias. A tradição diz que Elias foi levado para uma caverna no Monte Sinai pelo anjo do Senhor, onde Deus se revelou a Moisés. Elias é esperado reaparecer no início do festival da Páscoa, quando o Êxodo é comemorado. Até hoje, o Seder - a refeição cerimonial noturna quando o feriado de sete dias da Páscoa começa, requer a colocação na mesa de um copo com vinho para que Elias o beba quando chegar; a porta fica aberta para que ele entre e um hino é recitado, expressando a esperança que ele anunciará “o Messias, o Filho de Davi”. Por costume, a “Taça de Elias” foi embelezada para se tornar uma taça decorada para vinho, um cálice nunca usado para qualquer propósito além do ritual de Elias na Ceia da Páscoa. 

A “Última Ceia” de Jesus foi essa Ceia Pascoal cheia de tradições. 

Foi em 33DC, segundo historiadores, que Jesus chegou à Jerusalém abarrotada de peregrinos para a Páscoa (Mateus 26:2; Marcos 14:1 e Lucas 22:1). Nessa época os Judeus tinham apenas uma autoridade religiosa, um conselho de setenta anciãos chamado Sanhedrin; não havia mais um rei Judeu, a terra não era mais um estado Judaico, mas uma província de Roma, governada pelo Procurador Pôncio Pilatos. Pôncio chegara em 26DC e conseguiu piorar as relações entre os mestres Romanos e a população Judaica, ao trazer para a cidade legionários Romanos com seus símbolos no topo de postes e moedas, com imagens proibidas no Templo; Judeus da resistência foram impiedosamente sentenciados à crucificação em tal número que o local foi apelidado de Gólgotha - Local dos Crânios. 

Jesus já havia estado em Jerusalém antes, aos 12 anos, para a Páscoa. Quando Jesus chegou desta vez com seus discípulos, a situação não era a esperada, não era o que os profetas bíblicos prometiam, claramente mostrado no Salmo 89 (19-29). 

Era a hora das profecias se realizarem. Se a salvação pedia um Ungido da casa de Davi, ele - Jesus - seria esse Ungido. 

O seu nome em Hebraico - Yehu-Shuah (”Josué”), significava o salvador de Yahweh, e de acordo com os Evangelhos (Mateus): “O Livro das Gerações de Jesus Cristo, o Filho de Davi, o Filho de Abraão”. A genealogia de Jesus é fornecida através de gerações: 14 gerações de Abraão até Davi; 14 de Davi até o exílio Babilônico, e 14 até Jesus. Ele era qualificado, de acordo com os Evangelhos. 

As fontes dos fatos a seguir, são os Evangelhos. Mesmo sabendo que foram escritos bem após os eventos; que a versão é resultado de deliberações convocadas pelo imperador Romano Constantino, 300 anos depois; e que manuscritos gnósticos, como os de Nag Hammadi, ou o Evangelho de Judas, dão versões diferentes que a Igreja teve suas razões para oprimir. É até sabido que havia primeiro uma igreja em Jerusalém chefiada pelo irmão de Jesus, apenas para seguidores Judeus, que foi tomada, substituída e eliminada pela Igreja de Roma, que falava aos gentios. Mas seguiremos a versão “oficial”, que por si, liga os eventos de Jesus em Jerusalém a todos os séculos e milênios citados anteriormente. 

A seguir, deveria ser resolvida a questão de Elias - o Arauto do Messias. De acordo com os Evangelhos, o povo que ouvia sobre os milagres de Jesus - milagres similares ao do profeta Elias - perguntavam se Jesus seria Elias reaparecido. Não dizendo não, Jesus desafiou seus discípulos: “O que tu dizes que eu sou? E Pedro respondeu: Tu és o Ungido” (Marcos 8:28-29). Se assim fosse, a ele foi perguntado, onde está Elias, que tinha que aparecer primeiro? E Jesus respondeu: Sim, é claro. Mas ele já veio! (Marcos 9:11,13). 

Essa era uma afirmação audaciosa, o teste que estava a vir: se Elias retornou para a Terra preenchendo o pré-requisito para a vinda do Messias, então ele tinha que aparecer no Seder e beber de seu copo de vinho! 

Como a tradição mandava, a Taça de Elias, cheia de vinho, estava na mesa Seder de Jesus e discípulos. A refeição é descrita em Marcos 14:23 “E ele pegou a taça, deu graças, e a deu a eles, e todos beberam dela.” 

Sem dúvida a Taça de Elias estava lá, mas Da Vinci escolheu não mostrá-la. Na pintura da Última Ceia, que só pode ser baseada nas passagens do Novo Testamento, Jesus não está segurando a taça crucial e não há uma taça de vinho na mesa! Pelo contrário, há um inexplicável vão à direita de Jesus e o discípulo à sua direita se inclina lateralmente como se permitisse que alguém não visto aparecesse entre eles: 

Estava o teologicamente correto Da Vinci sugerindo que um Elias não visto veio através das janelas abertas, atrás de Jesus, e levou embora a Taça que era sua? Elias, a pintura assim sugere, voltou; o arauto precedendo o Rei Ungido da Casa de Davi havia chegado. 

E assim confirmado, quando um Jesus preso foi levado diante do Governador Romano que o perguntou: “És tu o Rei dos Judeus?” Jesus disse: “Tu o disseste” (Mateus 27:11). A sentença, morrer na cruz, era inevitável. 

Quando Jesus ergueu a Taça de vinho e deu graças ele disse aos discípulos, de acordo com Marcos 14:24 - “Este é meu sangue do novo testamento.” Se essas foram as exatas palavras, ele não quis dizer que eles iriam beber vinho transformado em sangue - uma grave transgressão de uma das mais graves proibições do Judaísmo desde tempos antigos, “pois sangue é alma.” O que ele disse (ou quis dizer) foi que o vinho naquela taça, a Taça de Elias, era um testamento, uma confirmação de sua Linhagem de Sangue. E Da Vinci descreveu convincentemente seu desaparecimento, presumivelmente levado por uma visita de Elias. 

A taça desaparecida tornou-se um assunto favorito de autores com o passar dos séculos. Histórias tornaram-se lendas: As Cruzadas procuraram-no; Cavaleiros Templários a acharam; foi levada para a Europa. A Taça se tornou um Cálice; era o Cálice representando o Sangue Real - Sang Real em Francês, tornando-se San Greal, o Santo Graal. 

Ou será que afinal, ela nunca saiu de Jerusalém? 

A contínua subjugação e repressão intensificada de Roma aos Judeus na Judéia levou ao surgimento da rebelião mais desafiadora a Roma; 7 anos foram necessários os maiores generais e melhores legiões para derrotar a pequena Judéia e alcançar Jerusalém. No ano 70DC, depois de um prolongado cerco e batalhas ferozes no mano-a-mano, os Romanos irrompem as defesas do Templo; e o general em comando, Tito, ordenou que o Templo fosse queimado. Embora a resistência continuasse em outros lugares por 3 anos, a Grande Revolta Judaica estava acabada. 

Mas durante cada ano de independência, moedas Judaicas foram cunhadas com a legenda “Ano um”, “Ano Dois”, etc. “Pela Liberdade de Sião”, mostrando frutos da terra como temas decorativos. Inexplicavelmente, as moedas dos anos dois e três ostentam a imagem de um Cálice… 

Estaria o “Santo Graal” ainda em Jerusalém?

Capítulo 14 - O Fim dos Dias

Eventos incríveis na lembrança do passado da humanidade são considerados “mitos” ou “lendas” para a maioria dos historiadores.

É parte da herança cultural e religiosa de povos de toda a Terra. O 1º casal, o Dilúvio, deuses que vieram do céu e até mesmo a partida de deuses de volta para os céus. Deve-se prestar atenção na memória coletiva dos povos das terras em que as partidas ocorreram. 

Os Aymaras, nativos dos Andes, dizem que Viracocha deu aos primeiros dois casais de irmãos dois bastões dourados com que deviam achar o local certo para Cuzco, a capital Inca, o local para Machu Picchu e outros locais sagrados. Após fazer tudo isso, ele partiu.

Na Mesoamérica, Quetzalcoatl (Thoth) concedeu a civilização e em 3113AC trouxe seus seguidores Africanos (Olmecas) dando início à civilização. Sua partida não é especificada, mas tinha que coincidir com o fim de seus protegidos e a simultânea ascensão dos Maias - cerca de 600/500AC. A lenda diz que quando ele partiu, prometeu voltar no aniversário de seu número secreto - 52. 

No meio do 1º milênio AC, em vários cantos do mundo, a humanidade se achou sem seus tão adorados deuses. E logo veio a pergunta: Eles voltarão? Como uma família abandonada pelo pai, a humanidade se agarrava na esperança de um Retorno; então, como um órfão desamparado, a humanidade procurou por um Salvador. Os Profetas prometeram que com certeza aconteceria - no Fim dos Dias. 

Os Anunnaki chegaram a 600 na Terra e 300 em Marte (IGIGI). Após o Dilúvio esse número foi reduzido, especialmente após a visita de Anu. A maioria voltou para Nibiru, alguns morreram na Terra (Dumuzi, Zu, Seth, Bau, Osíris). A partida dos Anunnaki no retorno de Nibiru foi o dramático final. 

Nações cercando a Judéia eram zombadas por não ter um “deus vivo”, mas ídolos esculpidos em madeira, pedra e metal - deuses que precisavam ser carregados, pois não podiam caminhar. 

Quem, dos grandes Anunnaki, ficou na Terra? Pelos textos do período seguinte, a certeza é para Marduk e Nabu, dos Enki’itas e Sin, sua esposa Ningal, seu ajudante Nusku e possivelmente Ishtar (Inanna), dos Enlilitas. De cada lado havia apenas um grande deus do céu e da Terra: Marduk e Sin. 

As circunstâncias são refletidas na história do último rei da Babilônia. Escolhido por Sin em Harran, necessitou da bênção de Marduk na Babilônia e tinha o nome NABU-na’id. Esse reinado divino em conjunto pode ter sido uma tentativa de um Duplo Monoteísmo (inventando uma expressão); mas a conseqüência imprevista  foi o plantar as raízes do Islã. 

Registros mostram que deuses e o povo não estavam contentes com esse arranjo. Na Babilônia, Nabuna’id era alvo dos sacerdotes, que o acusavam de problemas civis, negligência econômica, falta de segurança pública e a mais séria: sacrilégio religioso. Ele fez uma imagem de um deus que ninguém vira antes na terra, o colocou sobre um pedestal e o adornou com lápis lazuli e o coroou com uma tiara na forma de uma Lua eclipsada (o deus era Sin) e “sua mão tinha o gesto de um demônio”. Era uma imagem tão estranha, os sacerdotes escreveram, que nem Enki nem Ninmah poderiam tê-la criado (na tentativa de criar o homem, eles deram à luz a incríveis aberrações). Duas bestas foram esculpidas como guardiões - um demônio do Dilúvio e um touro selvagem - e colocados no Templo de Marduk, o Esagil. 

E Nabuna’id ainda proibiu que o festival AKITU fosse celebrado (a quase morte, ressurreição, exílio e triunfo de Marduk). Sacerdotes babilônios o forçaram a partir em exílio para uma “região distante”. Seu filho Bel-Shar-Uzur - o Belshazzar do Livro de Daniel, assume o trono. 

Seu exilo foi a Arábia. Seu cortejo incluía Judeus exilados de Harran. Seu centro era em Teima, agora no noroeste da Arábia Saudita. Lá ele fundou outros seis assentamentos para seus seguidores; cinco deles foram listados - mil anos depois - por escritores árabes como cidades judias. Uma delas era Medina, a cidade onde Maomé fundou o Islã. 

Um fragmento dos Manuscritos do mar Morto menciona que Nabuna’id sofria em Teima de uma “desagradável doença de pele” que só foi curada depois que “um Judeu lhe disse para prestar honras ao Deus Altíssimo”. Mas para ele o Deus Altíssimo não era Yahweh, e sim seu benfeitor Sin, o deus da Lua, cujo símbolo da crescente lunar foi adotado pelo Islã. 

O paradeiro de Sin desaparece dos registros Mesopotâmicos depois da época de Nabuna’id. Textos descobertos descrevem o deus como aposentado, com sua esposa, para um oásis. Indagando por que a Península do sinai foi assim chamada em honra a sin e sua encruzilhada central em honra à sua esposa Ningal/Nikkal (o local ainda é chamado, em árabe, de Nakhl), o Sr. Sitchin supõe que o envelhecido casal se aposentou em algum lugar às margens do Mar Vermelho e o Golfo de Eliat. 

Textos Ugaríticos chamavam o deus da Lua EL - simplesmente “Deus”, um precursor do Alá do Islã; seu símbolo, o da crescente lunar, coroa toda mesquita muçulmana. E como manda a tradição, as mesquitas são cercadas até hoje, por minaretes que simulam foguetes de vários estágios prontos a serem lançados.

*** 

A emergência dos Persas é citada, junto com Ciro, o emissário de Yahweh, para a conquista da Babilônia, o que acontece em 539AC. Ciro alega que Marduk o convidara para entrar na cidade. Ele é recebido como um salvador pelos sacerdotes do herege Nabuna’id. Ele acaba com o exílio Judeu, devolve os itens pilhados por Nabucodonossor e ordena a reconstrução do templo em Jerusalém. Completado em 516AC, como profetizado por Jeremias, 70 anos depois da destruição do Primeiro Templo (e passa a ser conhecido como o Segundo templo). 

Ciro consolidou o vasto império Persa em toda área da Mesopotâmia e deixou para seu filho Cambises, a ampliação do Império até o Egito, que se encontrava em um caos político e religioso. O principal culto nessa época era o do falecido Osíris; a principal deidade era a fêmea Neith (que tinha o título de “Mãe de Deus”); e o principal objeto de culto era o sagrado touro Ápis. Como seu pai, Cambises deixava que o povo adorasse quem quisesse. 

Crescentes tensões resultaram em guerras entre Gregos e Persas. As incríveis vitórias de Alexandre, o grande, têm como a grande responsável por suas incursões na África e Ásia uma busca pessoal: a de que um deus Egípcio, e não Felipe II, era seu pai. Os rumores diziam que seu verdadeiro pai havia visitado a rainha, Olympia, disfarçado como seu marido. Como o panteão Grego é derivado do panteão do Oriente Próximo, a aparição de um desses deuses não era impossível. 

Uma visita ao Oráculo de Delfos apenas intensificou o mistério. Ele foi aconselhado a procurar respostas em um local sagrado Egípcio. Assim que os Persas foram derrotados na 1ª batalha, ao invés de persegui-los, Alexandre deixou seu exército e se dirigiu ao oásis de Siwa, no Egito. 

Lá os sacerdotes confirmaram que ele era filho do deus carneiro Amon. Portanto um semi-deus. Para celebrar ele mandou cunhar moedas mostrando-o com chifres de carneiro. 

Enquanto o curso da guerra de Alexandre é bem documentado, sua busca pessoal é considerada uma lenda romanceada. Como mostrado em “A Escada para o Céu”, os sacerdotes Egípcios o mandaram para Tebas, onde ele viu que sua história era idêntica a de Hatshepsut, filha de Amon, que possuiu sua mãe disfarçado como o marido.

No Templo de Amon, Alexandre é coroado Faraó. 

Seguindo instruções ele entrou em uma câmara subterrânea no Sinai e foi para onde Rá (Marduk) estava - Babilônia.

Em 331AC ele entra na cidade e dirige-se para o Esagil, para segurar na mão de Marduk, como conquistadores antes o fizeram. Mas o grande deus estava morto. 

De acordo com pseudo-fontes, Alexandre viu o deus deitado em um caixão dourado e seu corpo imerso (ou preservado) em óleos especiais. Marduk não estava mais vivo e seu zigurate, o Esagil, foi descrito por historiadores posteriores como sua tumba. 

De acordo com Strabo - historiador geógrafo Grego, em sua Geografia, a Tumba de Bel/Belus/Marduk, foi destruída por Xerxes, que foi um rei Persa e regente da Babilônia de 486 a 465AC. Assiriologistas em um congresso em 1922 concluíram que Marduk já estava em sua tumba em 484AC. Na mesma época Nabu também desaparece da história. 

Chegava ao fim a saga dos deuses que formaram a história no planeta Terra. Pela primeira vez desde Adão, o homem estava sem seus criadores. 

Nesses tempos tristes a esperança veio de Jerusalém. Jeremias já havia profetizado o fim da Babilônia e de Marduk - a cidade seria esmagada e Marduk envelheceria e morreria. Nessas profecias havia previsões de um restabelecido Sião, de um templo reconstruído e de um “final feliz” para todas as nações no Fim dos Dias (23:20), (30:24). “E nessa época eles chamarão Jerusalém de Trono de Yahweh e todas as nações serão reunidas lá” (3:17). 

Assim, o Dia do Senhor, um dia de julgamento sobre toda a Terra e todas as nações, será seguido por uma Restauração, Renovação e uma era benevolente centrada em Jerusalém. Tudo é pré-ordenado, o fim já era planejado por Deus no início. 

O papel de Jerusalém, na essencialidade do Monte do templo, tem uma razão mais que teológico-moral. A necessidade de ter o local pronto para o retorno do Kavod de Yahweh. E Isaías ainda liga outro local a Jerusalém: é de lá, Líbano, que o Kavod de Deus chegará a Jerusalém (35:2 e 60:13).

Conclui-se que o Divino Retorno era esperado no Fim dos Dias; mas quando o Fim dos Dias chegará? 

Segue um extenso texto que fala das profecias de Daniel, Jeremias e Sofonias sobre quando ocorrerá o Fim dos Dias (é uma análise em cima de alguns trechos Bíblicos). De relevante é a informação que Yahweh dá a Daniel: “Da época em que a oferenda normal é abolida e uma aterradora abominação se ergue, serão mil duzentos e noventa dias”. Isso só poderia se referir aos eventos ocorridos em Jerusalém no 25º dia do mês hebraico de Kislev em 167AC. 

A data é precisamente registrada, pois foi então que “a abominação da desolação” foi colocada no Templo, marcando, muitos acreditam, o início do Fim dos Dias.

Capítulo 13 - Quando os Deuses Deixaram a Terra.

A partida dos Anunnaki não é suposta nem especulativa, é amplamente documentada. Ela vem do Oriente Médio e Américas. Mas os registros mais dramáticos vêm de Harran. Consistem de relatos de testemunhas, entre elas o profeta Ezequiel. Harran era o lar de Sin e sua esposa, Ningal, depois da obliteração da Suméria pelo Vento do Mal.

A mãe de Nabuna’id, a Sacerdotisa do templo de Sin, Adda-Guppi, em suas inscrições registrou todos os eventos incríveis que ela testemunhou - com datas - nas duas estelas que ela erigiu no templo. Na 1ª série de eventos ela registra que no 16º ano de Nabupolassar, Sin se enfureceu com sua cidade e seu templo, e subiu para o céu. A cidade e o povo caem em ruínas (610AC - Ano em que a Babilônia capturou Harran e o Egito decidira tomar os locais relacionados com o espaço).

Dia após dia a Sacerdotisa vagava maltrapilha como um fantasma pelo Templo, até que um dia ela encontra uma vestimenta que pertencera a Sin. Sem desviar os olhos da peça por um instante e tocando apenas em sua bainha, ela ora ao deus e faz um voto: se o deus regressar para a cidade, o Povo da Cabeça Preta adorará sua divindade. E se ele fizesse de Nabuna’id o próximo Rei, sobre toda a Babilônia e Assíria, ele restauraria o templo e proclamaria Sin o deus nacional de todas as terras dos Cabeças Pretas! 

Uma noite o deus aparece em sonho e aceita a proposta. Sua ira é acalmada. Nabuna’id é proclamado Rei em 555AC e o Ehulhul em Harran é restaurado. Ritos antes abandonados são renovados. 

Então um grande milagre aconteceu, algo não visto há gerações. O evento é registrado nas duas estelas de Nabuna’id: Sin, residindo nos céus, desceu para a Terra à vista de Nabuna’id, Rei da Babilônia. O deus não voltou sozinho. Ele entrou no Ehulhul em uma cerimônia acompanhado de Ningal/Nikkal e seu ajudante, Nusku. 

Esses eventos celestiais aconteceram enquanto Adda-Guppi e Nabuna’id estavam em Harran. E outra testemunha também presente na mesma época era o profeta Ezequiel, que também falou sobre o assunto. Ele estava entre os aristocratas e artesãos exilados, como o Rei Jehoiachin, por causa do 1º ataque de Nabucodonossor a Jerusalém em 598AC.

Ele registrou a data como o 5º dia do 4º mês do 5º ano de exílio - 594/593AC, quando os céus se abriram e ele teve visões do Elohim. Ele viu uma divina carruagem que podia subir e descer e ir para os lados. E dentro dela, “sobre algo como um trono, o semblante de um homem”. 

O termo Elohim (plural), se referia aos Anunnaki. O que ele relatou foi um encontro com uma nave celestial Anunnaki, próximo a Harran; um Kavod ou Kabod (”Aquilo que é pesado”) - o mesmo termo usado no Êxodo para descrever o veículo divino que pousou no Monte Sinai. Eram naves pequenas, como um helicóptero, que serviam como ônibus espaciais para ir onde as naves maiores estavam estacionadas. 

A missão de Ezequiel era profetizar e avisar seus compatriotas exilados da chegada do Dia do Julgamento. Um ano depois, o mesmo “semblante de um homem” apareceu, o agarrou e o levou para Jerusalém para lá profetizar.

Ao chegar, viu que o caos tomava conta da cidade. Perguntando-se o que acontecia, ouviu o pranto dos que lá estavam (EZ 8:12;9:9): 

Yahweh não nos vê mais,
Yahweh abandonou a Terra! 

Essa era a razão do ataque de Nabucodonossor a Jerusalém novamente e destruir o Templo de Yahweh. O clamor do povo era idêntico ao de Harran, onde Sin havia partido. 

A tábua VAT 7847, antes citada conectada ao eclipse solar, prevê que Enlil, enfurecido, partirá.

O êxodo divino assim se expande. Os deuses enfurecidos, liderados por Enlil, abandonaram suas terras, não apenas Sin. Um documento babilônico afirma: 

Marduk, o Enlil dos deuses, se enfureceu. Sua mente se enfureceu.
Ele bolou um plano maligno para dispersar a terra e seu povo.
Seu coração raivoso estava inclinado a destruir a terra e seu povo.
Uma dolorosa maldição se formou em sua boca.
Presságios do mal indicando o rompimento da harmonia celestial
Começaram a aparecer em abundância no céu e na Terra.
Os planetas nas Vias de Anu, Enlil e Ea pioraram suas posições e
Repetidamente anunciavam presságios anormais.
Ahatur, o rio da abundância, se tornou uma corrente de ódio.
Um terrível romper de água, uma inundação violenta como o Dilúvio
Varreu a cidade, suas casas e santuários, transformando-os em ruínas.
Deuses e deusas tiveram medo, abandonaram seus templos, voaram como pássaros
e ascenderam aos céus. 

Em todos os textos temos: 1- Deuses enfureceram-se contra o povo; 2- deuses voaram como pássaros; 3- eles ascenderam aos “céus”. Essa partida foi acompanhada de fenômenos celestiais incomuns e perturbações terrestres. 

São aspectos do Dia do Senhor. A Partida estava relacionada com o Retorno de Nibiru. Os deuses partiram da Terra quando Nibiru chegou.

Por 200 anos os profetas alertaram a humanidade (início em 760/750AC com Amós e Oséias), pedindo por justiça e honestidade entre os povos, paz entre as nações, para que as conquistas cruéis parassem, encerrassem as adorações a ídolos sem vida, etc., avisando da punição vindoura - O Dia do Senhor - mas tudo em vão. Isso aumentava cada vez mais a ira divina e o desapontamento dos deuses, podendo ter levado os Anunnaki a darem um “basta!” - era hora de partir, não havia correção para o povo! 

Para onde os deuses foram, já que Sin retornaria em poucas décadas? 

Ao chegarem à Terra a mineração do ouro começou nas águas do Golfo Pérsico, liderados por Enki. O trabalho não rendia o esperado e o local de mineração foi mudado para o sudeste da África, e o refino ficava no E.DIN. Após o Dilúvio as minas na África foram inundadas, mas as montanhas nos Andes na América do Sul foram expostas com seu ouro, muito mais fácil de extrair.

Anu visita a Terra para apaziguar os irmãos, mas Marduk ainda luta pela supremacia do pai e pelo controle dos locais relacionados ao espaço. 

Então os Enlilitas começam a preparar espaçoportos alternativos na América do sul.

Quando a destruição nuclear em 2024AC destrói o espaçoporto pós-diluvial, as instalações sul americanas são as únicas que estão nas mãos dos Enlilitas. 

Quando a liderança Anunnaki decide partir, alguns usam o Local de Pouso, outros talvez com uma carga maior de ouro, tiveram que usar as instalações sul americanas, próximas ao local onde Anu e Antu ficaram durante a visita à área. O local, Puma-Punku, próximo ao Lago titicaca. 

Suas principais ruínas consistem de uma fila de quatro estruturas caídas, cada uma escavada em um único pedregulho gigante, com câmaras no interior forradas com placas de ouro, levadas pelos Espanhóis no século XVI. 

O principal posto Anunnaki localizava-se alguns km para o interior, no local conhecido como Tiwanaku (antiga Tiahuanaku), descrita como a Baalbek do Novo Mundo. 

Em Tiwanaku localiza-se o Portal do Sol, com propósitos astronômicos, pois se encontra alinhado com o Kalasasaya. Utilizando as orientações de Sir Norman Lockyer, o pai da arqueoastronomia, chegou-se à conclusão que o Kalasasaya combina precisamente com a obliqüidade da Terra de 10000AC ou 4000AC. Ambas combinam com atividades Anunnaki no local. A 1ª logo após o Dilúvio, quando as operações para obtenção de ouro por lá começaram. E a 2ª na visita de Anu. As evidências da presença dos Enlilitas estão em todo o lugar (O deus do Portal do Sol é Viracocha = Adad/Teshub, filho mais novo de Enlil). 

Ao norte da baía de Paracas, no deserto entre os Rios Nazca e Ingenio, encontra-se um dos mais antigos enigmas da humanidade - as linhas Nazca. Alguém fez do solo uma grande aquarela para desenhar várias imagens que só fazem sentidos se observadas do alto. Os desenhos foram feitos removendo uma camada do solo de vários centímetros e utilizando uma linha unicursal - linha contínua que se curva e contorce sem cruza sobre si mesma. Voando na área conclui-se que alguém, “voando”, usou um dispositivo para marcar o solo para rabiscar o terreno abaixo. 

Diretamente relevante com a Partida é outra características das linhas - elas parecem grandes pistas de pouso. Há umas 740 “linhas” retas que correm por vales e colinas, sem se importar com o terreno. São largas, estreitas, curtas e longas; às vezes combinadas com “trapezóides” triangulares que frequentemente cruzam uma à outra sem motivo, às vezes passando sobre os desenhos dos animais, mostrando que foram feitas em épocas diferentes. 

Várias tentativas de resolver o mistério falharam quando a explicação se voltava para o “feitas pelos nativos Peruvianos” - povo de ‘cultura Nazca’ ou a “civilização Paracas”, ou algo do tipo. Estudos (alguns do National Geographic Society) apontam para orientações astronômicas para as linhas, que levavam a lugar nenhum. Para os que descartaram a solução do “Antigo Astronauta”, o enigma permanece sem solução. 

Embora as linhas mais largas pareçam pistas de aeroportos, este não é o caso. As linhas não são horizontalmente niveladas - essencial para decolagens e pousos de aeronaves com rodas. As linhas correm direto por terrenos desnivelados, ignoram colinas e fossos. Ao contrário de estarem lá para permitir decolagens, elas parecem ser resultado de decolagens de aeronaves subindo e deixando no chão abaixo “linhas” criadas pela exaustão de seus motores. Que as Câmaras Celestiais dos Anunnaki emitiam tal exaustão é indicado pela descrição pictográfica Suméria dos DIN.GIR. 

Esta é a solução sugerida para as “Linhas de Nazca”: Nazca foi o último espaçoporto dos Anunnaki. Serviu quando o Sinai foi destruído e na Partida Final. 

Não existem textos-relatos de vôos e naves em Nazca. Há textos de Harran e da Babilônia mostrando que sem dúvida o Local de Pouso no Líbano foi usado. As testemunhas da partida das naves Anunnaki vão de Ezequiel às inscrições de Adda-Guppi e Nabuna’id. 

Conclui-se que de 610Ac a 560AC, os Anunnaki estavam metodicamente deixando a Terra. 

Mas, para onde? Tinha que ser um lugar de onde Sin poderia regressar quando mudasse de idéia. O lugar era a velha Estação de Passagem em Marte, de onde as naves que percorriam longas distâncias corriam para interceptar e pousar em Nibiru. 

O conhecimento sumério do Sistema Solar detalhava o uso de Marte como uma Estação de Passagem. Beneficiando-se da menor gravidade, era lógico se transportar para lá com suas cargas e de lá para Nibiru. 

Diferente das reportagens da época do lançamento de “O 12º Planeta” em 1976, quando afirmavam que Marte não possuía água, atmosfera e que era um planeta hostil, hoje em dia, depois de todas as dificuldades de enviar sondas para o Planeta Vermelho (um número anormal de falhas, problemas e desaparecimento de sondas), sabe-se que Marte tem uma considerável atmosfera fina, teve rios, lagos e oceanos e ainda tem água. Fotos de ruínas de estruturas apóiam que marte serviu como uma Estação de Passagem para os Anunnaki. 

Para os deuses que partiram era o destino mais próximo, confirmado pelo rápido retorno de Sin. Quem mais partiu, quem ficou, quem poderia retornar? 

Surpreendentemente, algumas das respostas também vêm de Marte.

Capítulo 12 - Trevas ao Meio-Dia.

Antecipando o grande evento, sacerdotes observando os céus estavam mobilizados para notar fenômenos celestiais e interpretar seus presságios, registra-los e informar aos reis. Os céus eram observados da Via de Anu até o zênite da Via de Enlil. Com o passar do tempo, os sacerdotes passaram a dar suas próprias interpretações de um evento. Essa mudança de estilo aconteceu no 8º século AC, quando a Assíria e Babilônia estavam nas mãos de Tiglath-Pileser III (Assíria) e Nabucodonossor (Babilônia).

Na Assíria, a expectativa da chegada de Nibiru aumentava cada vez mais no 7º século AC. Uma era utópica era aguardada, onde ‘reis encontrariam paz, o povo seria ouvido pelos deuses, que darão paz ao povo; e os problemas acabarão.’

Uma repetição da visita anterior de Anu à Terra era esperada. Cabia agora aos Sacerdotes-Astrônomos vigiar os céus para a reaparição planetária. Mas para onde olhar? Assurbanipal achou a solução.

Historiadores o consideravam o mais instruído dos reis Assírios, pois aprendera outras línguas além da Acádia e alegava que podia até mesmo ‘ler as escrituras de antes do Dilúvio’, além de se gabar de ‘ter aprendido os sinais secretos do céu e da Terra’. Alguns o consideram o ”Primeiro Arqueólogo”, pois colecionava tábuas dos locais que já eram antigos em seu tempo, com Nippur, Uruk e Sippar, onde ficava a Suméria. Entre as tábuas havia umas que pertenciam a uma série intitulada “O Dia de Bel” – o “Dia do Senhor”. Tábuas relacionadas com as idas e vindas dos deuses e às passagens de Nibiru também eram julgadas importantes.

Uma pista para as expectativas de Assurbanipal era a tradução para o Acádio das descrições Sumérias das cerimônias realizadas nas visitas de estado de Anu à Terra em 4000AC. Ele estava imbuído em reunir, traduzir e estudar todos os textos antigos para orientar sacerdotes-astrônomos para detectar, no primeiro momento possível, o retorno de Nibiru e informar ao Rei os procedimentos para o que fazer a seguir. Era importante ser informado da aparição do planeta o mais rápido possível, para dar tempo de preparar a recepção adequada para a chegada do grande deus mostrado dentro do Disco Alado (Anu?) e ser abençoado com vida longa e talvez, eterna.

Mas o destino não quis assim.

Logo após a morte de Assurbanipal, rebeliões estouraram pelo império Assírio. Reis locais tomavam o controle e declaravam independência. A Babilônia é separada do reino casado com a Assíria. O General Nabupolassar alega ser filho de Nabu e é declarado Rei de uma independente babilônia. Logo ele arruma aliados para uma ação militar contra a Assíria. Os principais eram os Medos (precursores dos Persas), que tinham experimentado a brutalidade Assíria. Com a Babilônia avançando pelo Sul, os Medos atacaram pelo Leste e em 614AC, como profetizado pelos profetas hebreus, capturaram e queimaram a capital religiosa da Assíria – Ashur. Depois foi a vez de Níneve, a capital real. Em 612AC, a grande Assíria estava em desordem. A única explicação era que os deuses haviam retirado sua proteção dessa terra. Na verdade, eles se retiraram dessa terra e da Terra.

A família real Assíria foge para Harran, procurando a proteção de Sin, mas o deus não responde. Em 610AC, tropas babilônicas capturam Harran e acabam com as esperanças Assírias. Novamente a Babilônia governava as terras que foram “Suméria & Acádia”.

Em 610AC os Egípcios, que estavam do mesmo lado que a Babilônia contra os Assírios, avançaram para o norte e tomaram os locais que os babilônios consideravam seus. Esse avanço os colocou a um braço de distância de Harran e também nas mãos do Egito os locais relacionados ao espaço, no Líbano e Judéia.
A Babilônia não deixaria barato. Um velho Nabupolassar confia a recaptura dos locais vitais a seu filho Nabucodonossor. Em 605AC os babilônios esmagam o exército egípcio, libertando a ‘floresta sagrada’ no Líbano, que Nabu e Marduk desejavam e perseguem os fugitivos egípcios até o Sinai. Nabucodonossor só para quando fica sabendo da morte de seu pai. Ele retorna e no mesmo ano é proclamado Rei da Babilônia.

O avanço Egípcio e a feroz resposta da Babilônia são explicados pela perspectiva do retorno. Em 605AC o retorno de Nibiru era considerado iminente. No mesmo ano o profeta Habacuque começa a profetizar em nome de Yahweh em Jerusalém.

Habacuque pergunta quando o Dia do Senhor chegará: (2:2-3).

O tempo marcado chegaria 50 anos depois.

A Babilônia se prepara para o retorno. O Esagil de Marduk é renovado e reconstruído; um novo corredor processional levando ao recinto sagrado é construído com paredes decoradas com belos tijolos envidraçados que encantam até o dia de hoje. Pelas evidências era esperado que o deus chegando no Disco Alado chegasse no Local do Pouso no Líbano, e então realizaria o retorno entrando na Babilônia através do novo e maravilhoso corredor processional pelo portal imponente, um portal chamado Ishtar (Inanna), que havia sido a ‘amada de Anu’ em Uruk – outra pista de quem era esperado chegar.

A Babilônia herda o papel de novo “Umbigo da Terra”. Papel da antiga Nippur como o DUR.AN.KI. Papel também ocupado por Jerusalém. Se essa era a visão de Nabucodonossor, então a Babilônia tinha que substituir o papel do existente elo espacial – Jerusalém.

Em 598AC, Nabucodonossor, representando o ódio de Deus pelo povo de Jerusalém (por terem adorado deuses celestiais – Baal, Sol, e a Lua – II Reis 23:5 – mostrando Marduk como entidade celestial), captura Jerusalém. O cerco dura 3 anos e ele exila parte do povo e a nobreza, entre eles o profeta Ezequiel, levado a residir às margens do Rio Khabur, próximo a Harran. A cidade em si fora deixada intacta.

11 anos depois, em 587AC, os babilônios voltam com tudo, queimando o Templo de Salomão, executando a vontade de Nabu e Marduk.

O profeta Jeremias prevê a queda da Babilônia e o destino de seus deuses: (50:2).

A punição divina também cai sobre Nabucodonossor. Enlouquecido, por causa de um inseto que entrara em seu cérebro pelo nariz, ele morre em 562AC em agonia.

Tábuas desse tempo registram observações reais de Nibiru como o “Planeta de Marduk”.

Baseado nas fórmulas de Kepler para órbitas planetárias ao redor do Sol, todo período de visibilidade de Nibiru nos céus da Mesopotâmia durou apenas poucos anos. Nabuna’id, o último rei da Babilônia, afirmou que seu reino fora confirmado porque o “Planeta de Marduk, alto no céu, chamou por meu nome”, isto é, estava visível nos céus. Isso coloca Nibiru à vista pouco antes de 555AC, ano em que Nabuna’id sobe ao trono.

Uma boa pista para a época precisa do Retorno é a profecia das “Trevas ao Meio-Dia”, no Dia do Senhor – um eclipse Solar. E tal eclipse de fato ocorreu em 556AC!

A extensão, duração e caminho de total escuridão variam de passagem para passagem (da Lua, entre a Terra e o Sol) por causa da sempre mutável tripla dança orbital entre os astros envolvidos, mais a rotação diária da Terra e a mudança de sua inclinação axial.

Documentos astronômicos mostram registros de eclipses reunidos pelos babilônios. Um passou pela Assíria em 762AC, seguido por um em 584AC que foi visto em todas as terras do Mediterrâneo. Mas então, em 556AC, acontece um eclipse solar em um “tempo não esperado”. Uma tábua (VACh.Shamash/RM.2,38.) lida com um eclipse solar e registra o fenômeno:

No início, o disco Solar,
em um tempo não esperado,
foi escurecido,
e ficou no brilho do Grande Planeta.
No dia 30 [do mês] foi
O eclipse do Sol.

É nossa sugestão que o trecho acima indica um inesperado e extraordinário eclipse solar de algum jeito causado pelo retorno de Nibiru. Se a causa direta foi o próprio planeta, ou os efeitos de seu brilho (empuxo magnético/gravitacional) sobre a Lua, o texto não explica.

É um fato astronomicamente histórico que em grande eclipse solar ocorreu em 19 de maio de 556AC. Um mapa preparado pela NASA (mostrado no livro), mostra que foi um grande eclipse, visto em áreas amplas, e que uma faixa de escuridão total passou exatamente sobre o distrito de Harran!

(A importância de Harran, localização, descrição, etc. está no capítulo 5).

Esse fato é bem significativo, pois logo após, em 555AC, Nabuna’id foi proclamado Rei da Babilônia não na Babilônia, mas em Harran. Depois dele, como Jeremias profetizou, a Babilônia seguiu o destino da Assíria.

FOI EM 556AC QUE NIBIRU RETORNOU. ERA O PROFETIZADO DIA DO SENHOR.

E quando o planeta retornou, nem Anu, e nenhum dos outros deuses apareceram. Pelo contrário. Os Anunnaki partiram da Terra.

Capítulo 11 - O Dia do Senhor

Comparado com os grandes impérios do passado- Babilônia, Assíria, Egito – o reino hebraico era pífio. A comparação de capitais era um massacre. Enquanto os outros tinham zigurates, rampas processuais, portões ornados, palácios majestosos, cais nos rios; Jerusalém era uma cidade pequena com muros construídos apressadamente e com suprimento de água ineficiente. Mas milênios depois, é Jerusalém, uma cidade viva, que se encontra nos noticiários, nos corações das pessoas, enquanto a grandeza das outras transformou-se em pó e ruínas.

 

A diferença foi feita pelo Templo de Yahweh, seus profetas e previsões que se realizaram e ainda são a chave para o futuro.

O Templo de Jerusalém foi construído para preservar o “Elo Céu – Terra”, o DUR.AN.KI de Nippur. A época de sua construção, 480 anos após a saída dos Israelitas do Egito, foi quando a Babilônia e Assíria adotaram o Sinal da Cruz como precursor do Retorno.

 

Davi foi ungido para ser o pastor de Israel. Na era dourada da Suméria, seus reis eram chamados Lu.gal, ‘Grande Homem”. Mas eles lutavam para ganhar o querido título de Em.Si – “Pastor Justo” . Era apenas o início da ligação de Davi e o Templo com o passado Sumério. Ele iniciou seu reino em Hebron, cujo nome antigo era Kiryat Arba – “A cidade fortificada de Arba”. Arba era um ‘Grande Homem’ dos Anakim (termos Sumérios Lugal e Anunnaki). A Bíblia afirma que Hebron era um centro dos descendentes dos “Anakim, que como os Nefilim são contados”. Escolhendo ser rei em Hebron, Davi estabeleceu seu reinado como uma continuação direta de reis ligados aos Anunnaki dos Sumérios.

 

O Templo de Yahweh não seria erguido por Davi, pois em suas muitas guerras ele derramara muito sangue. Seu filho Salomão seria o construtor. Desolado, Davi senta diante da Arca da Aliança e aceita a decisão de Deus, pedindo uma recompensa por sua lealdade a Ele: uma garantia, um sinal, de que a casa de Davi construiria o Templo e seria eternamente abençoada. Na mesma noite ele recebe um sinal divino; a ele é dado um modelo em escala do futuro Templo, da mesma maneira que foi dado a Gudea, mais de 1000 anos antes, como uma visão, para construção do Templo de Ninurta em Lagash.

 

Segue a descrição do Templo, suas medidas e divisões – como está na Bíblia. Todo o Templo era forrado de ouro, até os pregos. E era proibido ferro para construção do Templo. A Bíblia não explica o porquê. Pode-se especular que o ferro era evitado devido suas propriedades magnéticas e o ouro era usado por ser o melhor condutor elétrico.

 

Significativamente, os outros dois exemplos conhecidos de templos forrados internamente com ouro estão do outro lado do mundo. Um é o grande templo em Cuzco, capital Inca no Peru, onde Viracocha era adorado. Era chamado Coricancha (‘Área Cercada Dourada’), pois seu Santos dos Santos era completamente forrado em ouro (No Santo dos Santos do Templo de Salomão ficava abrigada a Arca da Aliança).

O outro é em Puma-Punku, nas margens do lago Titicaca, na Bolívia, próximo às ruínas de Tiwanaku. Em “Os Reinos Perdidos” foi sugerido que Puma-Punku foi erguido para a estadia de Anu e Antu quando visitaram a Terra em 4000AC.

 

Quando a Arca da Aliança foi colocada no Santos dos Santos, “a casa do Senhor foi preenchida com uma nuvem e sacerdotes não conseguiram ficar de pé”. Naquela noite Yahweh apareceu a Salomão e afirmou que escolheu e consagrou essa Casa para que seu Shem permanecesse lá para sempre. (II Crônicas 6-7)

 

O Templo, construído no topo da plataforma de pedra, com a Arca sobre a rocha sagrada, servia como uma ligação terrena com a deidade celestial – tanto para comunicação quanto para o pouso de sua barca celestial. Por todo o Templo não havia estátuas, ídolos, nenhuma imagem esculpida. Havia apenas a Arca; e nela apenas as 2 tábuas entregues a Moisés no Sinai.

 

Diferente dos templos mesopotâmicos, onde as deidades habitavam, comiam, bebiam, dormiam e se banhavam; essa era uma casa de adoração, local de divino contato, era um templo para a Presença Divina pelo Habitante das Nuvens.

 

Uma mudança significativa da representação gráfica do divino aconteceu na época da construção do Templo de Jerusalém, primeiramente e, principalmente, na Assíria. Elas mostravam o deus Ashur como um ‘Habitante das Nuvens’, com freqüência segurando um arco – que lembra a história bíblica do Arco na Nuvem que foi um sinal divino após o Dilúvio. Aproximadamente um século depois, descrições Assírias tiveram uma variação, mudando para ‘Deidade em um Disco Alado’; um deus dentro do emblema do disco, sozinho ou acompanhado da Terra (sete pontos) e Lua.

 

Já que o disco representava Nibiru, tinha que ser uma deidade chegando com ele. Essas descrições implicavam expectativas da chegada que se aproximava não apenas do planeta, mas também de seus habitantes divinos, provavelmente liderados pelo próprio Anu.

 

Cerca de 960AC as mudanças na Babilônia foram religiosas. A leitura do Enuma elish, agora adequado a Marduk, era feita publicamente. E Reis começaram a usar nomes relacionados a Marduk e Nabu.

 

Na Assíria as mudanças eram mais geopolíticas. Com grande ferocidade, Reis iniciaram campanhas militares após outra sobre Suméria & Acádia e lugares essenciais para o Retorno e tentavam tomar o controle dos locais relacionados ao espaço. Imagens assírias desse período mostram esse propósito – como a de um cilindro que mostra um Rei e um Sumo-Sacerdote, acompanhados de Querubins alados (Anunnaki astronautas), ao lado da Árvore da Vida, enquanto recepcionam a chegada de um deus no Disco Alado. Uma chegada divina era claramente esperada.

 

Após tomar o Local de Pouso, os Assírios se voltaram para Israel. Tiglath-Pileser III invadiu Israel, separou suas melhores províncias e isolou parcialmente seus líderes. Em 722AC, seu filho Shalmaneser V, devastou o que restava de Israel, exilou todo o seu povo e o substituiu por estrangeiros. As 10 tribos foram dispersas.

 

Senaqueribe, sucessor de Sargão, ataca Jerusalém em 704AC, que era governada pelo Rei Ezequias. A cidade estava cercada e seu povo preso. Ezequias vai ao Templo de Yahweh orar e o profeta Isaías lhe informa do oráculo de Deus: o Rei Assírio nunca entrará na cidade. Ele falhará, voltará para casa e lá será morto (2 Reis 19:35-36). Ao voltar ele é morto por seus dois filhos em 681AC.

 

Os profetas da Bíblia Hebraica eram mais do que os adivinhos das nações vizinhas. Eram Nabih – “porta-vozes”, que deveriam transmitir a reis e povos as próprias palavras de Yahweh. A Bíblia fala de profetas a partir de Moisés, mas apenas quinze têm seus próprios livros: os três grandes – Isaías, Jeremias e Ezequiel, e doze menores.

 

Para os profetas hebreus Yahweh era o deus supremo, o Deus dos deuses, um Deus universal, de todas as nações, de toda a Terra, do universo. Eles acreditavam que o futuro era previsível porque era pré-planejado, mas no caminho as coisas poderiam mudar. A Assíria, que foi o bastão da Ira do senhor, também foi punida por agir com brutalidade desnecessária.

 

O Dia do Julgamento dos profetas era o Dia do Senhor, a Era Messiânica era esperada no Fim dos Dias.

Eram dois eventos separados que ocorreriam em tempos diferentes: um, o Dia do Senhor, o dia do julgamento de Deus, estava prestes a ocorrer; o outro, trazendo uma era benevolente, ainda iria acontecer em algum tempo no futuro.

 

Em Jerusalém, no 8º século AC, ao falar da chegada do Dia do Senhor, os profetas bíblicos na verdade falavam do Retorno de Nibiru.

Desde o início do Gênesis, uma versão abreviada do Épico da Criação Sumério, a Bíblia reconhece a existência de Nibiru e seu retorno periódico. O Salmo 19 celebra a chegada de Nibiru e a Colisão Celestial. O Salmo 77: 6,17-19, fala do que acontece durante a passagem do Senhor Celestial. Os profetas consideravam esse fenômeno um guia para o que esperar no Dia do Senhor.